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(Novas) orientações para a preparação de um seminário
  Posted on Thu 23 Apr 2009 by admin (13859 reads)



ORIENTAÇÕES PARA A PREPARAÇÃO DE UM SEMINÁRIO


O objetivo da formação universitária é fornecer competências e habilidades aos futuros profissionais e/ou em sua formação continuada. O seminário cumpre essa função, pois é uma técnica de aprendizagem que inclui pesquisa, discussão e debate. Assim, busca capacitar os estudantes na busca de informações com autonomia, ele não é feito somente para o professor, mas essencialmente para os alunos, para que aprendam a fazer pesquisa, competência necessária a qualquer bom profissional.

O seminário não é uma leitura de um texto, mas sim uma troca de idéias entre quem apresenta e quem assiste. Geralmente os organizadores apresentam um tema com o apoio de um texto distribuído entre os assistentes e usa o recurso de figuras, mapas, transparências, recortes de revistas ou jornais, vídeos, entre outros.



1. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

Ele pode ser individual ou em grupo. Quando em grupo, o assunto é dividido em sub-temas (temas menores) e cada aluno fica responsável por um deles ou todos falam sobre eles. O debate envolve toda a classe, incluindo o professor e as conclusões envolvem a todos. Desse modo, um seminário é composto pelo professor, pelo grupo expositor (quem prepara o seminário) e pelo grupo comentador (demais alunos da classe que possuem a função de questionar, criticar e aprofundar a abordagem apresentada pelo grupo expositor).

2. MODALIDADES

a) O grupo escolhe um representante (coordenador) para iniciar a apresentação e para fazer as considerações finais. O coordenador deverá durante a produção do seminário distribuir funções para os outros participantes do grupo, assim o seminário é uma produção coletiva.
b) O tema geral é subdividido em subtítulos e formar-se-ão na classe tanto grupos quantos os sub-temas. O professor ou o coordenador do seminário apresenta o tema geral, para uma visão global, e depois cada grupo aprofunda a parte que lhe coube, acontecendo o debate e chegando-se às conclusões com o auxílio do professor.

3. OS COMPONENTES DO SEMINÁRIO

a) Coordenador geral - Geralmente é o professor e é aquele que propõe os temas, indica a bibliografia inicial, estabelece a agenda de trabalho e fixa à duração das sessões, e se necessário, complementa os itens.
b) Coordenador do grupo - É aquele que coordena a produção do seminário, as reuniões que antecedem a apresentação, quem fica responsável por determinada atividade (pesquisa para localização de textos complementares, de vídeos, de imagens, de músicas, de pessoas, da digitação do texto roteiro, da impressão de materiais auxiliares, da produção de transparências, da reserva de equipamentos ou de espaços alternativos para a exposição e a produção de dinâmicas de grupo) e é também aquele que auxilia o professor na avaliação de cada membro do grupo.
c) Secretário - É o estudante que não pertence ao grupo que expõem o tema, mas que é designado pelo professor para registrar a apresentação e as conclusões finais, após os debates.
e) Debatedores - São estudantes que são indicados pelo professor para, durante a apresentação do seminário, sistematizarem questões que serão feitas ao grupo expositor. Serve para o aprofundamento crítico do trabalho o que ajuda na produção da síntese provisória e nas considerações finais do trabalho.
d) Comentadores – São todos os alunos da classe, os quais podem participam fazendo perguntas, pedindo esclarecimentos, colocando objeções, reforçando argumentos ou dando alguma contribuição.



4. ETAPAS DO SEMINÁRIO:

O coordenador geral (professor) propõe o estudo, indica a bibliografia mínima, forma os grupos. O grupo formado escolhe-se o coordenador do grupo, o qual atribui funções para cada participante, marca as reuniões, coordena a apresentação e, posteriormente, ajuda o professor a avaliar. Reuniões sucessivas são realizadas sob a orientação do organizador para:

- determinação do tema central ("o fio condutor");
- divisão do tema central em tópicos;
- análise do material coletado;
- síntese das idéias dos diferentes autores analisado sob a forma de Introdução (breve exposição do tema central); Desenvolvimento (explicação, discussão e demonstração);
- conclusão (síntese provisória do grupo) e bibliografia (de acordo com as normas da ABNT).
- Concluídos os estudos e pronto o seminário, a classe se reúne sob a orientação do coordenador. O(s) relator(es) em aula apresentam os resultados e devem se utilizar de recursos audiovisuais ou escritos para os assistentes. Os debatedores, após a exposição, intervém com perguntas que são subsídios ao aprofundamento do tema. A classe (comentadores) participam das discussões e debates, fazendo indagações, reputando ou não informações. O coordenador geral do seminário faz uma síntese e encaminha para as conclusões finais, fazendo a avaliação do seminário, o que é diferente da avaliação da participação dos membros na confecção do seminário.

5. ROTEIRO DO SEMINÁRIO

Plano de exposição - deve expressar o roteiro em que o trabalho será apresentado, deve ser entregue ao professor e aos demais participantes da classe. Nessa exposição do processo apresentação, assim com nas outras partes que compõem o seminário não se pode confundir o pensamento do autor com as idéias e conclusões do grupo.
Introdução - deve ser objetiva e concisa.
Conteúdo - deve ser dividido em unidades, tomando-se o cuidado de não reproduzirem-se os títulos e subtítulos das obras consultadas. As transcrições de texto deverão ser as estritamente necessárias e citadas corretamente, ou seja, entre aspas ("), sem alterações e com a indicação do nome do autor, ano da obra e número da(s) página(s).
Conclusão - interpretação pessoal e não a repetição da opinião do autor estudado.

6. FORMAS DE AVALIAÇÃO DE UM SEMINÁRIO

Na elaboração de um roteiro, observamos a exatidão, o planejamento equilibrado, com seqüência, à adequação da matéria com o grau de conhecimento da classe, a seleção da matéria em quantidade e qualidade, a exposição oral (controle da turma, voz, vocabulário, relacionamento com a classe e segurança), a seleção e uso de dispositivos didáticos (lousa, e equipamentos eletrônicos, entre outros) e material didático (ilustrações e texto roteiro para os colegas, etc.).


Referência

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1990.

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